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Memória dos idosos: cuidados e estímulos

O processo pelo qual o corpo passa, no decorrer em que a pessoa envelhece, traz a diminuição de entendimento rápido das informações, como também afeta a memória. Como o cérebro sofre modificações com o envelhecimento, esses acontecimentos são naturais da idade. Porém, para que eles não afetem a autonomia do indivíduo de forma drástica, oferecemos algumas dicas de como cuidar e melhorar a memória na terceira idade. -Movimentar-se é preciso Olha só quem apareceu na lista das atividades para melhorar a memória: o exercício físico. Movimentar o corpo diminui a viscosidade do sangue. A importância disso? É o fluxo do sangue no cérebro acontecer de forma mais efetiva, melhorando as capacidades cognitivas, como a memória. Praticar caminhada, dança, hidroginástica, entre outros, faz tão bem ao cérebro que até a oxigenação melhora, diminuindo a incidência de acidentes vasculares encefálicos e demências. -Jogos Um jogo muito presente na infância, mas que pode fazer parte da vida da terceira idade é o jogo das diferenças. Ao estimular a mente com a busca das diferenças, o jogo melhora a percepção e análise. O leque desses jogos na internet é grande, possibilitando assim a pratica do mesmo diariamente. Outro jogo sugerido é o dominó. As habilidades cerebrais são muito utilizadas com ele, pois é preciso analisar a partida estrategicamente e ter concentração e percepção visual. Junto a isso, vem a interação com mais pessoas, muito importante na melhor idade. Seja com os netos, filhos ou amigos, jogar dominó é uma atividade prazerosa e benéfica para a memória. Essas são algumas das possibilidades divertidas, para passar o tempo e também deixar a memória mais ativa. -Filmes e livros Ler, além de ser uma atividade gostosa, que oferece contínuo conhecimento, estimula de maneira efetiva a memória. Isso porque a atenção depositada no momento da leitura é grande, para captação das informações. A sugestão é que, após ler, a pessoa seja estimulada a contar o livro de forma a treinar a habilidade de armazenar conteúdo. Com filmes é possível aplicar a mesma atividade. -Novidades estimulam o cérebro Em função de estarmos habituados a realizar diversas atividades da mesma forma, sempre, algumas partes do cérebro geralmente não são usadas. Um bom exercício para estimular novas vias cerebrais é realizar atividades diárias de forma diferente. Procure intercalar a escova de dentes entre as duas mãos, use o relógio no pulso em que não usa e troque o mouse do computador de lado. É possível aliar o exercício físico diário a essas novidades também, mudando o trajeto de caminhada. Além da memória agradecer, você conhece outras paisagens! -Aprender, sempre! A dica aqui é incentivar o idoso a aprender, por dia, uma palavra nova e seu o significado. O dicionário poderá ser o melhor amigo desse estímulo. Após, o interessante é que a palavra nova seja utilizada para

A família e o Alzheimer

Quando o Alzheimer bate à porta de uma família, não pode ser ignorado. Isto porque a demência não afeta apenas a vida da pessoa que recebe o diagnóstico, invariavelmente modifica todas as suas relações. O impacto do diagnóstico abala os alicerces, uma verdade tanto para as relações onde os vínculos são saudáveis e sólidos, como nas que têm dinâmicas nocivas e frágeis. E, considerando as repercussões em quem recebe o diagnóstico, com questões que envolvem sua autonomia e independência; cabe à família ser o principal agente facilitador e parceiro na jornada que inicia com o diagnóstico. A percepção dos familiares quanto aos sintomas da doença muitas vezes ocorre de forma lenta, não raro se atribuindo os lapsos de memória ao processo natural do envelhecimento. Em consequência, a confirmação assume proporções mais ou menos devastadoras em razão do conhecimento que a família pode vir a ter sobre a doença e a importância das terapêuticas. O afeto e a empatia com o familiar vivendo com demência são a essência para se oferecer cuidados apropriados, pois é inevitável que uma nova dinâmica familiar se instaure afetando quem recebe os cuidados e quem cuida. A busca por contínua informação se torna da maior relevância, uma vez que a doença evolui e requer decisões inteligentes em meio a tão vasto cenário. Algumas situações podem ser parecidas, mas jamais serão idênticas; afinal de contas, o ser humano é único em sua identidade e isto não pode ser mudado nem mesmo pela doença de Alzheimer. Fonte: http://abraz.org.br/web/2020/09/04/a-familia-e-o-alzheimer/ #abrazalzheimer #alzheimer #saude #unicoop

Atividade física e a saúde mental dos idosos

O desempenho cardiorrespiratório pode impactar positivamente a estrutura da matéria branca no cérebro de pessoas idosas. Os resultados de um estudo feito pela Universidade de Boston afirmam que exercícios físicos podem ser recomendados para ajudar a evitar problemas relacionados à estrutura do cérebro de pessoas mais velhas. A pesquisa, apresentada no Annals of Clinical and Translational Neurology, é a primeira a mostrar a relação entre atividade física e o desemprenho mental de idosos. Porém, os mesmos resultados são se aplicam à adultos mais novos. Os pesquisadores analisaram pessoas com idades entre 18 e 31 anos e idosos entre 55 e 82 anos. Todos os participantes passaram por uma ressonância magnética de seus cérebros e, além disso, o desempenho cardiorrespiratório - coração e pulmões - foram avaliados enquanto as pessoas corriam em uma esteira. Os pesquisadores concluíram que o funcionamento desses órgãos está positivamente relacionado à estrutura integrada nos feixes de fibras de matéria branca nos cérebros das pessoas idosas. A mesma associação não foi feita com adultos mais novos. - Atividades físicas responsáveis pela melhora no desempenho cardiorrespiratório, como caminhadas, são de baixo custo e acessíveis, podem melhorar a qualidade de vida, atrasar o declínio cognitivo e prolongar a função independente - afirma Scott Hayes, da Universidade de Boston. Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br/saude/vida/noticia/2015/04/atividade-fisica-pode-ajudar-a-saude-mental-de-idosos-4749501.html #idoso #saudedoidoso #saudemental #pesquisa